SOBRE NÓS


HISTÓRIA DA PRATICAGEM ESPÍRITO SANTO

Perde-se no tempo a primeira vez que uma embarcação recebeu apoio local para demandar recantos remotos do estado.

Há registro de regras para o serviço de Praticagem na Barra do Rio Doce datado de 1862. Também aprovação em 24 de maio de 1877, pela “Presidência da Província do Espírito Santo” do emprego de práticos nas barras de Piúma e Benevente...
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Posteriormente, em 13 de março de 1897, em razão do desenvolvimento do Porto de Vitória devido à agricultura cafeeira, foi baixado regulamento específico para o serviço da Praticagem da barra e porto de Vitória. Este vigorou sem alterações significativas até 8 de junho de 1960, quando a Associação dos Práticos do Porto e Barra do Espírito Santo registrou seu estatuto social em Vitória. Em 06 de novembro de 1961, a infraestrutura da Praticagem passou à responsabilidade dos práticos que assumiram sua administração, com característica de serviço autônomo.

Nos anos subsequentes, a associação se desenvolveu para acompanhar o crescimento portuário capixaba, que fez surgir os seguintes portos: Porto de Tubarão (1969), Terminal Privativo de Ponta Ubu (1976), Porto de Barra do Riacho (1978) e Porto de Praia Mole (1986).

A partir de 1997, em decorrência de desdobramentos naturais do arcabouço legal brasileiro, o Serviço de Praticagem incorporou a possibilidade de ser prestado a partir de Sociedades Simples, legando à entidade representante da categoria as tarefas de estudar, coordenar e proteger legalmente os práticos habilitados pela Autoridade Marítima Brasileira para atuar na base territorial de todo o Estado do Espírito Santo.

Novos terminais iniciaram suas operações, dentre eles o Terminal de Barcaças Oceânicas (2006), Terminal Aquaviário de Barra do Riacho (2013) e o Terminal de Uso Privativo do Estaleiro Jurong Aracruz (2015).

O SERVIÇO DE PRATICAGEM

O Serviço de Praticagem é o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante, requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. É constituído de Prático, de Lancha de Prático e de Atalaia (NORMAM 12).


O PRÁTICO


O Prático

Profissional habilitado pela Marinha do Brasil em processo seletivo, capacitado a orientar manobras em dada zona de Praticagem. Possui conhecimentos atualizados dos fatores fisiográficos, bem como estreito acompanhamento dos fatores ambientais e meteorológicos de sua área de atuação.

ATALAIA


Atalaia

É a estrutura operacional e administrativa destinada a prover, coordenar, controlar e apoiar a execução do serviço (NORMAN 12).

LANCHAS E TRIPULAÇÃO


Lanchas e Tripulação

Para apoiar com segurança o transbordo dos Práticos que irão manobrar as embarcações.

As lanchas possuem especificidades regulamentadas e as tripulações são homologadas pela Autoridade Marítima (Marinha do Brasil).


ORGANIZAÇÃO DA PRATICAGEM

A PRATICAGEM ESPÍRITO SANTO e as Praticagens das principais nações marítimas organizam-se com base nas convenções internacionais, que são ratificadas por cada país.

A IMPA (International Maritime Pilot's Association) é a entidade que congrega Praticagens do mundo inteiro. Como membro consultivo, faz parte da IMO (International Maritime Organization), agência especializada das Nações Unidas, responsável pela proteção e segurança da navegação e a prevenção da poluição marinha por embarcações...
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Os padrões mínimos para a certificação e para as operações de Praticagem são estabelecidos pela resolução IMO A.960, com base nos princípios fundamentais de sinistralidade mínima, independência funcional, experiência recente, número limitado e divisão equânime do trabalho.

No Brasil, compete à Diretoria de Portos e Costas - DPC, como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário, regulamentar o Serviço de Praticagem através das Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem (NORMAM 12).

O CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA é uma associação profissional, sem fins lucrativos, que congrega Práticos brasileiros, tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem, possuindo as tarefas específicas previstas na NORMAM 12 e em outros documentos emitidos pela DPC.


MOVIMENTAÇÃO


MANOBRAS
PREVISTAS

Manobras previstas

Manobras a serem
realizadas

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NAVIOS
ATRACADOS

Navios atracados

Lista de navios
atracados

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NAVIOS
FUNDEADOS

Navios fundeados

Lista de navios
fundeados

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MANOBRAS
EXECUTADAS

Manobras executadas

Lista de manobras
executadas

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ATUAÇÃO

PORTOS E TERMINAIS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO


A Praticagem Espírito Santo atua na Zona de Praticagem Nº 14, que compreende os seguintes portos e terminais do Estado do Espírito Santo:


PORTO DE BARRA DO RIACHO
Porto de Barra do Riacho

O Porto de Barra do Riacho, localizado...

TERMINAL ESTALEIRO JURONG
Terminal Estaleiro Jurong Aracruz

O Terminal de Uso Privativo do Estaleiro Jurong Aracruz...

TERMINAL BARCAÇAS OCEÂNICAS
Terminal Barcaças Oceânicas

Terminal de Barcaças Oceânicas (TBO), da...

PORTO DE PRAIA MOLE
Porto de Praia Mole

O Porto de Praia Mole, localizado na Ponta de Tubarão...

PORTO DE TUBARÃO
Porto de Tubarão

O Porto de Tubarão, de propriedade...

PORTO DE VITÓRIA E VILA VELHA
Porto de Vitória

O Porto de Vitória possui terminais sob domínio público...


TERMINAL PONTA UBU
Porto de Ubu

O Terminal Marítimo Ponta Ubu, localizado no município...



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